Redesign de Uniformes de Futebol Americano – FPFA

O campeonato paranaense de futebol americano está crescendo a cada ano, o nível técnico dos times está melhorando e o estado continua sendo um dos mais expressivos do Brasil. Para homenagear nossa competição de alto nível e todos os times e jogadores que fazem parte dela, resolvi apresentar um estudo de redesign de identidade e uniforme para todos os times.

Alguns ganharam novas logos, ou um trabalho diferente no uso das cores, outros tiveram apenas a sua identidade aplicada de maneira criativa, tentando ampliar suas marcas e identidades. São uniformes e capacetes totalmente redesenhados, mas de maneira objetiva e viável, que poderiam ser produzidos por qualquer uma das empresas que já trabalham nesse mercado

Foi um trabalho bastante divertido e espero que possa servir como inspiração para os próximos passos do nosso esporte, bem como promover inovação e ampliar a visibilidade dos times.

Veja as propostas abaixo e deixe seu comentário!

  • Black Sharks (Foz do Iguaçu)

FINAL-SHARKS

  •  Bristlebacks (Londrina)

FINAL-BRISTLEBACKS

 

  • Brown Spiders (Curitiba)

FINAL-BS

 

  • Crocodiles (Curitiba)

 

FINAL-CROCO

  • Guardian Saints (Curitiba)

FINAL-SAINTS

 

  • HP (Curitiba)

FINAL-HP

 

  • Norte PR (Londrina)

FINAL-NORTE

 

  • PYROS (Maringá)

FINAL-PYROS

 

Baleia Branca

Após os ataques terroristas em Bruxelas, na Bélgica, assim como aconteceu na ocasião dos ataques de Paris, em novembro de 2015, uma onda antisemita varreu as mídias sociais, inclusive no Brasil, onde o completo desconhecimento sobre o mundo Árabe só não é maior que o preconceito quanto a ele. Inclusive, líderes políticos que representam uma nova direita, moralista e conservadora, utilizam as tragédias na Europa como propaganda nacionalista em um país como o nosso, que tem sua formação baseada na pluralidade cultural.

Com cerca de 35 milhões de habitantes, vivendo em extrema crise há cerca de 30 anos, com diversos embargos econômicos, corrupção generalizada e falência total do estado, enfrentando os radicalismos de uma guerra sectária pós-ocupacão estrangeira e insurgência, sem nenhuma estrutura de segurança pública confiável e nenhuma perspectiva de avanço social ou financeiro, o Iraque apresenta, atualmente, o maior índice de violência de sua história, com 17 mil mortes de civis e, estimadas, 5 mil mortes de soldados e milicianos em 2014.

Apenas para uma rápida comparação, o Rio de Janeiro apresentou entre 5 a 6 mil assassinatos e mortes decorrentes de violência nesse mesmo período, além de aproximadamente 8 mil desaparecimentos registrados. A população do Rio, entretanto, é de aproximadamente 6 milhões de habitantes, seis vezes e meia menor que a do Iraque. Vale lembrar que no ranking da violência das capitais brasileiras, a cidade carioca está apenas em 13º lugar. Fortaleza ocupa a primeira posição com 77,34 mortes violentas a cada 100 mil habitantes. A violência no Brasil, diferente de uma zona de guerra, não é epidêmica, mas endêmica

Olhamos os países e conflitos que desconhecemos com desprezo. Mas nosso desprezo não é apenas um sinal de afastamento emocional ou cultural, nosso desprezo é edificação da nossa ignorância como nação. Defendemos, demagogicamente, uma paz que não temos. A estrutura de segurança do Brasil está esgotada, faz parte do sistema axiomático de marginalização da nossa cultura, individualista. Nos falta educação para promover civilidade e empatia social, mas defendemos cruzadas distantes contra povos que queremos manter distantes. Em outras palavras, enquanto o discurso político unilateral proclamar a esperança – ou desculpa – de encontrar a paz, ele terá justificativa para promover a guerra!

Hoje, essa paz é uma baleia branca. Buscá-la é uma obsessão tão nociva quanto assumir nossa própria necessidade de violência. Não obstante, somos uma doença apenas por acreditar que podemos ser a cura.

Por Dentro do Capacete – O Futebol Americano no Brasil

O ar teimava em não entrar em meus pulmões, sentia mil facadas cada vez que tentava respirar. Era como se uma mão apertasse minha garganta por dentro me fazendo engasgar em minha própria inaptidão aeróbica. Queria baixar a cabeça, deixar cair meu corpo e desligar de uma vez por todas, mas desistir não era uma opção. Sempre havia alguém ao meu lado para estender a mão, me ajudar a caminhar e repetir as seguintes palavras: “Vamos lá, cara! Aqui é Paraná HP”. Ainda havia uma longa noite de treinos pela frente…

Por seis meses eu fiz parte do elenco do Paraná HP, time sediado em Curitiba, no estado do Paraná. Participei dos treinos, da organização dos jogos, de grandes vitórias e amargas derrotas, conheci jogadores, técnicos, jornalistas, torcedores e apaixonados pelo esporte de todas as áreas, pessoas que se dedicam todos os dias para construir o futebol americano do Brasil. Acompanhei também a primeira participação brasileira em uma Copa do Mundo e era apenas mais um dos milhões de espectadores que formaram a audiência recorde da ESPN na transmissão do Super Bowl XLIX, então resolvi reunir nesse artigo um pouco dessa experiência que vivi por dentro do capacete.

Cenário Nacional

Jogar futebol americano no Brasil é uma realidade. Os times estão se multiplicando, o número de jogadores está crescendo e a técnica está evoluindo, melhorando a qualidade dos jogos e a competitividade das ligas, mas ele continua sendo um esporte amador, construído dia-a-dia, ou jarda-a-jarda por pessoas apaixonadas e dedicadas ao esporte. Quando decidi entrar de cabeça na jornada que relato neste artigo, não imaginava o quanto iria descobrir sobre mim mesmo. Passei um tempo precioso treinando com o Paraná HP, contribuindo com o time em campo e fora dele, descobrindo como funcionam as relações entre os jogadores, entre as equipes e ligas, além de entender um pouco melhor sobre as engrenagens que movem o crescimento do futebol americano no Brasil.

Para ilustrar esse crescimento, podemos pegar emprestados os dados de audiência das transmissões de jogos na NFL (National Football League – A liga profissional dos Estados Unidos), exibida pela ESPN no Brasil. Segundo German Von Hartenstein, diretor geral da emissora, a audiência cresceu 800% nas últimas três temporadas. Esse crescimento pode ser simbolizado também pelos minutos finais do jogo entre New England Patriots e Seattle Seahawks no Super Bowl de 2015, realizado no dia 01 de fevereiro, quando a emissora esportiva ficou entre os três canais líderes de audiência na TV paga brasileira, contando todos os públicos. Com base em dados do Ibope, cerca de 500 mil pessoas passaram pela ESPN durante a partida, um crescimento de 84% de audiência em relação à edição de 2014 da decisão.

Mas o interesse não para no controle remoto. Pude testemunhar essa migração das telas para os campos em primeira mão, uma vez que grande parte dos novos jogadores que participaram comigo do tryout para o Paraná HP eram novatos até mesmo como fãs do esporte. Garotos entre 17 e 20 e poucos anos que foram evangelizados por amigos, passaram a acompanhar os times americanos e depois descobriram times em suas cidades que estavam com portas abertas para os mais diversos tipos de jogadores. Muitos deles não conheciam nem mesmo as regras mais básicas, mas buscavam uma chance para jogar. Eu, por exemplo, vesti meu capacete e meus shoulder pads pela primeira vez aos 33 anos de idade, depois de 6 anos acompanhando a NFL e 4 anos acompanhando os times paranaenses em jogos estaduais e nacionais.

Para exemplificar, certa tarde entrei em uma loja de equipamentos esportivos de um grande shopping de Curitiba, onde meses antes eu havia comprado uma de minhas bolas de futebol americano da Wilson. Queria uma nova, apenas para deixar como decoração, ao lado da minha TV, mas não apenas o vendedor me disse que não havia nenhuma na loja, como também afirmou que elas não duram nada. “Em dois dias a gente vende tudo” disse ele, e completou dizendo: “Está na moda, tudo o que chega de futebol americano a gente vende rápido.”

Um esporte Inclusivo

Acho que existe um fator de inclusão no futebol americano que é bastante difícil de encontrar em outros esportes. Ele aceita todos os tipos físicos. Não importa se você é grande ou pequeno, gordo ou magro, se é bom com os pés ou com as mãos. Se você tem vontade de jogar, existe uma posição onde você pode se encaixar e se desenvolver. De acordo com Michael Hamilton, um ex-jogador da NFL que já esteve no Brasil ministrando treinamentos: “O verdadeiro jogador de futebol americano é um estudante do jogo … ele está disposto a aplicar o esforço e o tempo necessários para desenvolver-se continuamente, tanto fisicamente, quanto mentalmente.”

Aqui a realidade não é diferente. Muitos jogadores não conhecem as regras, nem mesmo as posições. Quem chega nos times passa por uma triagem bem simples; Quem é grande e gordo, é empurrado para a OL (offensive line). Se é alto e forte, vira TE (tight end). Se é rápido e ágil, WR ou CB (wide receiver ou corner back). Se tem um bom físico, força e explosão, LB ou RB (linebacker ou running back). Na realidade do Brasil, onde o esporte é amador e depende da dedicação de cada atleta, o desenvolvimento físico e técnico vem quase sempre depois da vaga no time.

Nunca fui sedentário, mas desde meus 17 anos não praticava nenhum esporte com regularidade. Costumava jogar airsoft uma vez por mês, jogava futebol três vezes ao ano e fazia academia mês sim, outro não. Bicicleta, caminhadas e corridas faziam parte da minha rotina, mas nenhuma dessas coisas poderia me preparar para o que estava por vir… Precisei transformar meu corpo, minha rotina e minha maneira de pensar. Era uma questão de sobrevivência.

Tryout

No sábado, dia 11 de janeiro de 2015 eu acordei cedo, me vesti para trabalhar e sabia que demoraria para voltar para casa. 14h eu estava em um campo de futebol de um parque público, com o número 54 escrito em minha mão enquanto passava pelos mais diversos exercícios, junto com outros 100 aspirantes a jogadores. Os “drills” ou exercícios, buscavam testar força, agilidade, velocidade e coordenação física. 30 aspirantes foram selecionados naquela tarde. O Facebook é o meio de comunicação oficial dos times de futebol americano no Brasil. Todos os times possuem páginas onde divulgam novidades, agenda de jogos e também seus tryouts, que é o processo seletivo para novos atletas. Foi em um desses que minha jornada começou e também foi pelo Facebook que vi meu nome na lista dos aprovados.

A rotina do atleta

Durante o primeiro semestre eu precisei entrar na academia e me esforçar muito para acompanhar os três treinos semanais, ao lado de atletas com até cinco ou sete anos de prática. Tive que, literalmente, bater muito a cabeça para aprender jogadas, posicionamento e as particularidades de cada posição. No futebol americano, cada jogador é um especialista, cada posição tem regras e funções próprias, como peças em um tabuleiro de xadrez. É um jogo de estratégia em turnos, o que difere muito do nosso futebol e muito também do primo comum de ambos, o rugby. “É um esporte que precisa ser introduzido na infância” respondeu Michael Hamilton quando lhe perguntei sobre os obstáculos do cresimento do esporte fora dos Estados Unidos. Concordo com ele, e pude sentir na pele que esse não é um esporte de contato, é um esporte de impacto. Existe toda uma programação de seu corpo voltada para a auto-proteção, não é fácil desligar isso e atingir outra pessoa usando seu corpo, independente de estar usando capacete e equipamentos de proteção, o instinto natural é um freio.

O que mais me marcou desse tempo de prática intensa e de altas cargas de adrenalina, ao entrar em campo todo domingo, foi a tensão em meus músculos. Até mesmo na academia eu costumava ver a linha de scrimmage na minha frente – quase delirando – e mentalizava a postura do campo, as jogadas, a explosão, os impactos. O futebol americano estava constantemente em minha mente, provocando uma reação física em meu corpo, tendões e músculos queriam ação. Eu queria vestir minha armadura e lutar como um gladiador.

As Barreiras

Aliás, cada peça de equipamento necessária para a prática do esporte, é de responsabilidade dos jogadores. Basicamente, capacete e shoulder pads sãos os essenciais, mas calças com proteções (seven pieces), luvas, chuteiras e o próprio uniforme também fazem parte do investimento pesado que um atleta precisa fazer antes mesmo de saber se poderá jogar. E como tudo isso precisa ser importado, vivemos uma realidade bem longe da ideal. Ainda mais porque quando falamos de futebol americano, equipamentos são necessários, diferente daquela pelada que você pode jogar com seus amigos de pés descalços. Um capacete custa cerca de R$ 1.000,00, shoulder pads por volta de R$ 400,00, luvas custam de R$ 120,00 a R$ 350,00 e calças por cerca de R$ 200,00. Se o dólar continuar a subir, o custo de tudo isso subirá também, sem falar que existe um grande desgaste de todos esses materiais devido à natureza do esporte.

Força de vontade é só o primeiro passo.

O segundo é a persistência, saber lidar com suas falhas, seus limites, seus fracassos. Isso é a maior qualidade para o novato. Ela me faltou muitas vezes. Trabalhando mais de 8 horas por dia, mais de 5 dias, quase todas as semanas, me vi em uma situação bastante complicada em que os treinos do time me tomavam boa parte do meu tempo livre. E o corpo começou a cansar. Treinos na terça, na quinta, no sábado e no domingo. Academia de segunda a sexta, das 6h da manhã até 7:30h. Minha vida virou uma loucura.

Como o futebol americano é um esporte amador, os jogadores não recebem nada, mas pagam por tudo. O que eu chamei de persistência, jogadores de futebol americano chamam de amor, pude ver isso e também ouvir isso de quem está sempre do lado de fora do campo, mas que acompanha o time em todos os momento. Citando Flávia Neves, organizadora da torcida do Paraná HP: “Os times brasileiros se esforçam muito pra tornar este esporte reconhecido, é pouco patrocínio, os jogadores pagam para jogar, pagam viagem, pagam uniforme, diretoria e time se unem para pintar campo, jogadores correm o risco de se machucar mas mesmo assim eles estão lá, juntos e unidos, é lindo de ver tanto esforço por amor! Amor ao time, a camisa que vestem, aos amigos que fazem, ao esporte que praticam.

Estrutura dos Times

E a vida da diretoria dos times também é uma loucura, muitos dos dirigentes e coaches também continua atuando como jogador, acumulando tarefas administrativas, contábeis e operacionais com suas rotinas de treinamento e suas vidas pessoais. Talvez por isso os times se comportem muito mais como grandes famílias do que como organizações. Os membros dividem tarefas pela vontade de ajudar e todos trabalham de uma forma mais cooperativa. Eu mesmo me envolvi com a diretoria, executando alguns trabalhos de design gráfico. Fiz as artes para a divulgação dos jogos do Paraná HP durante o Torneio Touchdown e também alguns estudos de logo e mascote. Durante as partidas, ajudei na organização e fiquei responsável pelo caixa da equipe, controlando a arrecadação da bilheteria, do estacionamento e das vendas dos produtos do time. Creio que em muitos jogos eu cheguei a correr muito mais do que os jogadores que estavam em campo. O trabalho de bastidores de um jogo de futebol americano, mesmo no cenário amador brasileiro, é imenso!

Os Problemas

Infelizmente, por causa dessa correria toda, acabei ficando de fora do campeonato paranaense de futebol americano. Alguém na diretoria perdeu meus documentos que nunca foram entregues na federação. Descobri isso da pior maneira possível, ao ser comunicado que não poderia jogar depois de ser escalado. A frustração foi grande.

Bem, tive que abandonar os treinos antes de poder jogar pelo HP. Minha rotina de trabalho pesada durante o ano, o stress e o acumulo de cansaço físico me colocaram no hospital durante um final de semana. Passei por uma bateria de exames e descobri que estava bem, fisicamente falando – fiz apenas uma cirurgia de desvio de septo, pois tinha 60% de obstrução – mas ficou claro que precisava aprender a desacelerar… As amizades continuam fortes, assim como os contatos com os times. Também montei um time para jogar off pads football com amigos e continuo focado no meu desenvolvimento técnico e físico. Não sei quando terei fôlego para tentar voltar ao time, mas continuo um passo de cada vez, talvez no mesmo ritmo que o esporte cresce no país.

O Complicado Cenário Francês

Para quem está acompanhando os ataques em Paris, eles acontecem em um momento sócio-político bastante complicado no país, com um recente crescimento de partidos de extrema-direita e inclinações xenofóbicas, que escalaram rápidamente com a chegada dos imigrantes sírios e a suspeita de que terroristas estariam aproveitando a situação para se infiltrar em cidades europeias.

Esses ataques, independente da autoria, não apenas tiraram dezenas de vidas, mas também ameaçam diretamente a empatia com povos oriundos do oriente médio e prejudicam as ações humanitárias ao promover o medo. O retrocesso social é enorme, um dia como hoje consolida o preconceito e dá voz para radicais, racistas e evangelistas da segregação, atrasando a tarefa quase impossível de oferecer abrigo seguro e um futuro para as famílias que tentam escapar dos mais diversos conflitos atuais.

É importante lembrar, nessa hora, que o medo já foi desculpa para cercear a liberdade e manipular a opinião pública diversas vezes, promovendo a cultura de ódio que já deixou cicatrizes profundas em nossa história. Além disso, a violência não é um fator cultural, mas social, pois até mesmo em um país com a diversidade do Brasil, a degradação do valor da vida humana pode ser percebida nas ruas de qualquer cidade, todos os dias. É preciso parar de elencar diferenças e tentar entendê-las com parte de nossa humanidade, a única coisa que partilhamos, ou deveríamos partilhar. Infelizmente, os atos de hoje terão respostas, mas, como sempre, elas serão completamente divergentes das soluções.

The Bowl Beyond The Wall

Game of Thrones está de volta com sua nova temporada, mas os fãs do futebol americano ainda precisam enfrentar um longo inverno até a próxima temporada da NFL, que começa apenas em setembro. Pensando nisso, resolvi matar a saudade colocando os atros desse esporte tão intenso para jogar em uma liga imaginária que promete ser ainda mais imprevisível e violenta, a 7KFL – Seven Kingdoms Football League.

Winterfell Direwolves

AARON-STARK
Aaron Rodgers já está acostumado com o frio no mundo real. O quarterback do Green Bay Packers é considerado por muitos o melhor da atualidade e sua cara de bom moço o coloca perfeitamente no time preferido da família Stark. Para vencer, entretanto, ele vai precisar manter sua cabeça no lugar… Literalmente.

King’s Landing Antlers

MARSHAWN
Futebol americano é um jogo bastante físico, ainda mais quando se trata de running backs. O corredor do Antlers é ninguém mais e ninguém menos do que Marshawn Lynch, o astro principal do Seattle Seahawks. Seu conhecido “beast mode” ficou ainda mais perigoso nas terras de Westeros, lá seu capacete tem uma galhada bem perigosa. Quem vai encarar?

Essos Dragons

JJ-TARGARYEN
Antigo time de King’s Landing, os Dragons vagaram por diversas terras até se reestabelecer em uma nova cidade, porém, agora representam um continente inteiro, Essos. J. J. Watt é a principal atração do time, desempenhando papeis importantes tanto na defesa quanto no ataque. O jogador do Houston Texans já estava acostumado com o calor, mas é no seu novo time que a coisa vai pegar fogo!

Casterly Rock Lions

TOM-LANNISTER
Os Lions somam títulos assim como somam polêmicas. Independente do que dizem as más linguas, é uma das principais equipes da liga e a mais temida. Seu time é recheado de astros e entre eles está Tom Brady, considerado o maior quarterback da NFL até hoje e dono de muitos títulos pelo New England Patriots, agora quer dominar os sete reinos com seus passes.
Escolha seu time e comece sua torcida, apenas não se apegue muito, pois… Quando você joga futebol americano em Westeros, ou você vence, ou você morre.

O Dualshock do Nikola Tesla

Durante o desenvolvimento do artigo especial do jogo The Order, para o Baixaki Jogos, criei essa versão do Dualshock 4, do PS4, baseada em uma tecnologia elestrostática com estilo vitoriano, seguindo os conceitos das armas do jogo. Gostei bastante do resultado, principalmente da bobina de Tesla na área tátil central.

2015-04-15 09.07.25

World Cup 2014… Quiddich Players!

What if the most celebrated players in the FIFA 2014 World Cup were playing another sport… Like Quiddich?! The following pictures shows the idea. Messi, Neuer, Robben and David Luiz as players of the Harry Potter’s magical sport. Swag and brooms up to defend their countries. This Quiddich World Cup, by the way, isn’t happening in Brazil, but in the magical kingdom of OZ and this is why each player was granted a title. Lionel Messi, Argentina forward man is “The Wizard”, Manuel Neuer, goalkeeper from Germany, is “The Tin Man”, Arjen Robben, the star from Netherlands, is “The Lion” and the Brazilian defensive player, David Luiz, is “The Scarecrow”.

MESSI

DAVID-LUIZ

NEUER

ROBBEN